sábado, 5 de julho de 2008

Vocês já ouviram falar dele?
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Deixem-me desnudá-lo à todos.
por Rildo Ferreira [ferrera13@hotmail.com]

Senhoras e Senhores.
Há algum tempo eu resolvi participar de um debate neste mundo virtual. Como eu estava produzindo muitos trabalhos acadêmicos, em grande parte deles eu procurava fundamentar com a literatura produzida por Paulo Ghiraldelli Júnior, este que se diz filósofo de São Paulo. Tivera eu o conhecido a mais tempo e jamais o teria lido, até mesmo em bibliotecas. O cara não tem pudor; não tem escrúpulos; não tem educação; e o que é pior, não aceita o diálogo adverso, demonstrando profundo desrespeito às pessoas que divergem dele.

O primeiro dos meus artigos divergindo da opinião deste crápula amoral eu dei o título de um dos seus artigos escrito nO Estadão, onde se podia ler O MEC NÃO PÁRA DE ERRAR (Leia Aqui). Ora, o boçal do filósofo não procurou usar de uma tréplica comum aos diálogos. Eu até esperava que ele procurasse me convencer do contrário. Mas o que ele fez foi me ofender gratuitamente. Eu fiz novo artigo com o título PAULO GHIRALDELLI Jr. “NÃO SOU BURRO!” (Leia Aqui). Recebi novos insultos, mas desta vez com um convite para fazer parte do grupo do Portal Brasileiro de Filosofia – e eu aceitei! –. Desde então percebi que sua estupidez e arrogância não se limitavam às minhas críticas, mas a todos os que dele divergiam.

Eis que no primeiro dia de julho último uma colega deste grupo resolve responder a um artigo do filósofo publicado no jornal O Estadão sob o título de “O know-how para subir o morro”. Esta colega de quem sabemos apenas o nome escreveu o seguinte e-mail em resposta ao e-mail do grupo enviado pelo autor do artigo:
  • Ah! Paulo, penso que estamos todos muito longe da vida como ela é nas favelas do Rio de Janeiro, e olha que faço trabalho social há 40 anos. Se o estímulo financeiro resolvesse alguma coisa nossos Ministros, deputados, vereadores, juizes, desembargadores seriam pessoas idôneas. Diferente de você, acho que o Lula tem muito mais sabedoria do que essa simplificação que você fez, pelo menos dos nossos presidentes é o que mais entende do que é ser pobre. Agora concordo que ele não tem a dimensão do que acontece com o Rio depois de 16 anos de gestão do César Maia, mas aí também há um outro ponto. Lutamos por uma Constituição mais municipalista, no entanto, não movemos um dedo para exigir nossos direitos, propor outras soluções para o município, ou seja, não participamos de nada que diga respeito à vida em comum (Veiga, julho de 2008).

Vejam: esta é uma opinião de uma parte e da qual o sujeito tinha todo o direito de discordar. E mais: tinha todo o direito de deixar claro sua posição em relação ao assunto e de ser bastante enérgico, inclusive, se fosse o caso. Entretanto, isso não lhe dá o direito de desrespeitar e insultar aqueles que dele discordam. Mas não é isto que ocorre de fato, e o energúmeno descerra sua verborragia em ofensiva. Antes de dar provas desta faceta desse idiota de São Paulo, preciso dizer que não quero discutir o conteúdo do debate, já que, em se tratando das questões políticas, tem os que apóiam, os que são neutros e os que são contra, e cada um deles tem todo o direito de sê-lo. Logo, sob o ponto de vista dele, ele tem razão. Mas sob o ponto de vista da nossa colega Sandra Mayrink Veiga ela também tem razão. Então, deixamos o conteúdo à parte para mostrar o nível do diálogo que parte deste colunista “de esquerda” – como se declara – e que escreve nO Estadão (que me parece não ser uma linha editorial isenta de ideologia política, assim como não são os demais jornais de todo o país: ou se alinha ao governo ou se mantém contra o governo em exercício.). Pois bem. Então o cara responde assim a uma pessoa que participa (a convite) do grupo do Portal Brasileiro de Filosofia:

  • Date: Wed, 2 Jul 2008 12:34:31 -0300
    From: pgjr23@gmail.com
    To: portal-brasileiro-da-filosofia@googlegroups.com
    Subject: [PBF] Sandra trocou as bolas sim!

    (...)
    Agora, se você passou o ano de 2005 aqui, eu gostaria de saber como que você pode estar nesta comunidade e ficar com essa cara de pau. Será que você está dizendo, na nossa cara, que você apóia gente que rouba? Se é isso, então você é cúmplice. Teremos de botar você na cadeia. Ou você é uma maluca que fala qualquer coisa? Você não viu que o Zé Dirceu era formador de quadrilha? O julgamento dele não foi político, foi na justiça, você não acompanhou as provas? Você não viu o filme na internet, mostrando Lula conversando sobre assuntos bem próximos do que ocorreu, em conversa com a cúpula da campanha? Você faz parte disso? Ou você não viu nada, pois não quis ver? Ora, desinformação também dá cadeia! Pois você não pode ficar como o Lula e dizer "nao sabia de nada". Ele pode. Você não!
    Paulo [(os grifos são meus) Ghiraldelli, julho de 2008].

Sobre isso eu não vou comentar já que a própria Sandra educadamente o fez respondendo ao e-mail da seguinte maneira:

  • Sr. Paulo. Fiquei estarrecida com a sua resposta. Não "troquei as bolas" como o senhor disse querendo fazer parecer que não tinha entendido o que o senhor escrevera. Fiz apenas um comentário sobre o trecho abaixo desua matéria. Nunca pensei que fosse despertar tanta raiva, tanto ódio e desrespeito. O senhor disse: "A lição que o governo brasileiro deveria tirar disso é simples. O Exército na favela só tem uma chance de poder permanecer lá: é se elefor visto como quem está dando condições para programas realmente transformadores - para melhor - da vida da população. Mas para tal não basta que os programas sociais existam e funcionem bem. Isso é o básico. É necessário, além disso, um apoio maior ao próprio Exército para que o soldado tenha orgulho do que faz, tenha brio e, principalmente, tenha vantagens financeiras legais por aquela operação, ali, na favela. Ele deve ter um estímulo financeiro de modo a poder pensar duas vezes antes de ceder e estabelecer contatos com as gangues. E, principalmente, deve sentir-se seguro, deve ter claro que a sua família não estará na mira das gangues. Isso não é o que ocorre no momento". A política de segurança precisa de total reformulação inclusive no que diz respeito ao soldo dos soldados e policiais, queria frisar como meu e-mail, no entanto, que precisa mesmo é de outros valores assim como toda a sociedade brasileira. Discordei quando o senhor frisou o "principalmente, tenha vantagens financeiras legais por aquela operação". Era só esta a minha intenção já que a exacerbação do valor do dinheiro e do individualismo, no meu entender, tem sido catastrófica. Este é o centro da minha percepção do que ocorre no Riode Janeiro onde venceu a cultura do "pouca farinha, meu pirão primeiro" e a prática do "quero levar vantagem em tudo". Além disso, comentei que o senhor estava fazendo uma simplificação sobre a "sabedoria" do Lula. Era só uma opinião diferente da sua, mais nada.

Aqui sim merece um comentário. Vejam que Sandra argumenta, dialoga com respeito, sem ofender. O que ela faz é expressar um sentimento, um ponto de vista. Ela não quis dizer que o filósofo não tem o direito de emitir a sua opinião, seja ela qual for. Ela só está exercendo um direito de expressar a sua – e que nenhum idiotazinho metido à besta tem o direito de aniquila-lo. Daí que fui solidário à minha colega de grupo e faço um comentário, dentro do próprio grupo, sobre o que penso de Ghiraldelli. Disse o seguinte: Sandra, o Ghiraldelli tem razão. Este é um espaço para discutir um possível fim da era LULA. E não se trata de honestidade não, pois como você disse, há tantos que ganham muito dinheiro e isso não faz deles homens honestos. Eu votei no LULA, se fosse candidato de novo eu votaria nele novamente e, não sendo, votarei no candidato que o PT escolher.
Ora, se há roubo, ele como cidadão pode recorrer ao Ministério Público e denunciar os caras. E que a justiça se faça segundo os atos que ilicitamente, segundo Ghiraldelli, cometeram. Ele sabe, por exemplo, que tem dinheiro público depositado no exterior. Ora, por que não denuncia ao MP? Mas veja: este é um espaço dele, administrado por ele. Logo, quem não gostar do que ele disser aqui, não sentindo-se satisfeita com as ponderações adversativas, clica num link que tem no final do e-mail para se desligar do grupo. Quanto ao grupo ele já deixou claro que não é educador. Sua filosofia não significa debates onde a divergência é parte de toda que pressupõe diálogo para produção do conhecimento, do esclarecimento, da razão. Sua filosofia é impositiva: ele fala e você aceita ou cai fora.

Observem que deixo minhas impressões sobre o filósofo de São Paulo sem ofendê-lo, mas questiono a sua filosofia ou o seu modo de filosofar. Então ele emite dois outros e-mails. Neles estão caracterizados o caráter deste que, infelizmente, me dei ao trabalho de um dia comprar algumas obras de sua autoria. Vou transcrevê-los na íntegra para uma avaliação de todos e de cada um em particular.

  • [PBF] Rildo e mais mentiras de um safado
    De: portal-brasileiro-da-filosofia@googlegroups.com em nome de Paulo Ghiraldelli Jr (pgjr23@gmail.com)
    Enviada: quarta-feira, 2 de julho de 2008 18:34:30
    Para:
    portal-brasileiro-da-filosofia@googlegroups.com

    Rildo fala mais mentiras!
    Rildo é outro que não passou em 2005. E pensa que eu, no Estadão, não denunciei o que há de bandalheira.
    Mais gente defendendo bandido. Rildo, crie vergonha na cara, você é um safado
    Paulo

    [PBF] Rildo é uma besta? Não, ele é apenas bandido mesmo. Da velha quadrilha do Delúbio. Esqueceram?‏
    De: portal-brasileiro-da-filosofia@googlegroups.com em nome de Paulo Ghiraldelli Jr (pgjr23@gmail.com)
    Enviada: quarta-feira, 2 de julho de 2008 22:27:50
    Para: portal-brasileiro-da-filosofia@googlegroups.com
    Rildo
    Quem defende os ladrões que todos viram na TV, inclusive com filmes NA REDE GLOBO, mostrando os caras do PT negociando propinas e vendo o Ministério Público pegando as provas contra Duda Mendonça, com você faz, não merece consideração. Você é daquelas pessoas que a gente deveria bater na bunda. Com cinta. Só não vou fazer isso porque sou um cara que não quer ser processado pela sociedade protetora dos animais.
    Sabe que animal que você é?
    Não, não burro não. É o FDP. O bicho brasileiro que defende quem rouba o outro irmão brasileiro.
    Para tipos como você, não devemos dar filosofia. Nem mesmo impositiva. Devemos dar tapa na cara. Você não vale o que come.
    Paulo (Ghiraldelli, julho de 2008 – grifos meus)

Eu nem vou me dar ao trabalho de comentar estes e-mails. Eles falam por si mesmos. Permito-me apenas apresentar publicamente o meu protesto à sua forma de tratar as pessoas, ainda que no meio virtual, considerando que ele é um cara estudado em muitas faculdades e suas teorias são motivos de grandes embates nas aulas de filosofia. Ora, a partir do momento em que me dei conta de seu verdadeiro caráter (e ele o tem?), sua filosofia para mim virou LIXO VERBAL.

8 comentários:

ELCAlmeida disse...

Se lhe serve de fraca consolação há muitos assim!
Abraços
Eugénio Almeida

Rildo Ferreira disse...

Pois que mostremos o caráter destes aos outros para que não se iludam com suas falácias.

srta Nihil disse...

Eu gostaria de ter lido esse blog,antes de haver me aventurado a tentar fazer parte do grupo do "Ghi".

Fui expulsa de lá anteontem(vejam o artigo "Os deuses na escola" de 19/03/2012,porque discordei da opinião dele a favor do ensino da bíblia nas escolas de nível fundamental.
Ele me tratou com uma hostilidade incompreensível.
E eu nem era uma replicante "ativa".
Estava ali,principalmente,como leitora.

Dizem que quando não estamos procurando o "coisa ruim",é justamente quando o encontramos.
Nem nas calçadas das ruas,podemos evitar ser mordidos por algum cachorro de passagem.
Eu hem...
Tomarei mais cuidado ao integrar grupos da web,a partir de agora.

Nihil literária disse...

O "Ghi",e eu me refiro a ele desse modo,porque o mesmo é um senhor informal, acha que a bíblia deveria ser ensinada nas escolinhas por um especialista laico, junto com os clássicos de Homero,entitulados Odisséia e Ilíada.
Acontece que não existe isenção no ensino da bíblia,por parte de ninguém.
Nem por parte dos céticos.

Mesmo sem querer,os professores influenciariam os alunos na direção de uma crença específica,mas esse não é um dever do estado,porque o estado é laico.
Além do mais, o ensino brasileiro já é fraco,mesmo nas escolas particulares.

O currículo precisa ficar concentrado nas matérias básicas.
Não existem horas suficientes nas salas de aula,para ensinar mais do que as matérias principais.
Ensinar filosofia,já está de "bom tamanho".
Mas,ensinar um livro religioso,seria demais.
Do mesmo modo,que a Odisséia e a Ilíada,podem ter sido importantes na formação da cultura ocidental,mas são mais importantes ainda para os gregos.
Aqui,nossos grandes épicos estudados,deveriam ser as obras de Camões.

A Odisséia e a Ilíada,poderiam ser lidas,em algum ano do final do ensino fundamental.
Com um tempo de uns dois meses para seminários baseados nas duas obras.
Mas,deveríamos priorizar mesmo, aOs Lusíadas,e às obras do sr.José de Alencar.

Fica então aqui,minha opinião.
Eu convidei o "Ghi" "educadamente" a conferi-las nesse prestigioso espaço.
Não sei se ele vai antender.

Em caso afirmativo,espero que ele dê o vexame que ele costuma dar em todas as suas prosas,aqui também.
Que não nos poupe de um bom espetáculo.
Desculpem meu "humor negro".

Ainda estou ressentida com a vergonha que passei no blog desse senhor,para quem não fiz nada de errado...

srta Nihil disse...

Vejam minha tréplica não publicada,ao sr.Ghiraldelli,no dia dezoito de março, e vejam o início do assunto entre eu e ele.
Aparentemente,não houve reação da minha parte,mas houve tal reação sim,e ela será apresentada abaixo.
Abaixo da resposta,o link de acesso ao artigo,foi postado.

"Bom dia,prof.

Sou a Orquidéia Nihil,mas meu nome é Lidia.
Meu e-mail é real- e o usado antes,também é real.
Costumo usar ora um pseudônimo,ora outro,contidos em cada um deles.

Primeiro,
sou sim,contra a leitura da bíblia em escolas,porque o ensino deve ser laico,uma vez que o estado é laico.

Segundo,
levei "esportiva" seu acréscimo sobre meu suposto desejo de que as matérias básicas "não sejam ensinadas" aos pequenos.
Nunca tive poder para influenciar instituições-e eu sou apenas contra o ensino religioso.
O ensino religioso,é uma matéria só.

-Terceiro, vou me retirar do site.
Fui censurada-quando não havia necessidade disso.
Entendi da primeira vez, que niques são proibidos aqui,e tentei me despedir-
Mas,os primeiros (três) textos,sumiram-
No terceiro,eu já usava meu nome real.
Ainda houve um quarto,mandado para outra página,onde pedi que verificasse o gerenciador.

Procure pensar nos limites da vida de cada um que vos escreve.
Sou uma internauta idônea,sempre fui Nihil, na web,e eu ia me manter assim agora, porque eu permaneceria uns dias, como leitora, não como postante.
Há pessoas que podem se prejudicar,caso se expuserem muito.
Mesmo quando são honestas-e esse é o meu caso.

Não vou acompanhá-los mais-nem quero seu blog em meus arquivos.
Contudo,como o sr.é um popularizador da filosofia,sugerirei que exija o cadastro de nomes e e-mails em seu blog,mas permita o uso de niques,em prosas visíveis.
Nos outros sites onde escrevo,há esse sistema mencionado.
Posso ser facilmente encontrada na web,então não postarei meus "endereços costumeiros".
O sr. não é um filósofo, e não está à altura do que apregoa.
Para exigir ética das pessoas,procure ser ético,primeiro.
Ninguém tem o dever de agir como vc quer,todo mundo é livre.

Eu terei blog,em breve-
Usarei meu apelido, para ser autora.
Se o sr.e seus leitores forem lá, serão melhor recebidos do que eu fui aqui.
Parabéns pelo blog,pelo menos-
A todos,agradeço pela companhia desses dias.

Educação cabe em qualquer lugar,meu caro sofista,e vc não a aprendeu.
Estudar e ensinar,é muito bom,mas antes de tudo e de mais nada,devemos ser decentes-e muito lhe falta para isso.

°°°°°°°°°°°°°°"

http://ghiraldelli.pro.br/2012/03/17/os-deuses-na-escola/comment-page-1/#comments

Srta Nihil,em tempo, disse...

Os leitores verão que ele exigiu que eu usasse meu nome real no blog dele,e talvez pensarão que minha recusa, colaborou na minha exclusão.

Eu escrevi em seguida,uma réplica bem cortês,usando meu nome verdadeiro,mas ela não foi publicada.
Mandei mais um texto,com meu nome real(Lídia),não foi publicado,e depois de conferir assim,qual havia sido o problema,então escrevi a assertiva que eu reproduzi nesse espaço,agora.

Ele não queria meus apontamentos sobre a falha do ensino bíblico nas escolas.

Na terceira tentativa de envio de tréplica ao blog,eu já havia voltado a usar meu apelido.
Cheguei à conclusão de que não posso me expor,me sacrificando por uma pessoa que não age com princípios éticos.
Não tenho como usar meu nome em blogs,e em sites públicos,pois poderia me prejudicar.
Cada um sabe da vida que tem,e ninguém me dá prêmios pelos meus méritos.
Por que eu deveria honrar quem não merece,com minha exposição indevida?

Talvez,me acharão uma exagerada,mas é assim que me sinto.
Andei falando um pouco no tema num blog onde costumo estar normalmente.
Ali,eu não uso nem apelido,mas posto títulos de artigo,no lugar do meu nome "fajuto".
Eu e uma amiga de um site vizinho concordamos que a mamãe do sr.Ghi não lhe ensinou boas maneiras,enquanto era tempo.

Não fiquei "órfã" na web.
O "silêncio da filosofia" foi uma parcial falácia criada por ele.
Ele existe,mas não domina a web,nem o mercado editorial.
(o artigo "o silêncio da filosofia" será facilmente encontrado no blog do mesmo)
Finalmente,tenho uma longa lista,no Favoritos,de blogs e sites de filosofia,história,psicanálise,literatura,além do infalível,blog da revista Veja.

Sem mais por enquanto.

°°°°°°°°°°°

srta Nihil disse...

Vou corrigir uma informação.

Fui excluída do blog do Ghi,mais ou menos em vinte e um de março,e não no dia dezoito,como antes eu falei.
A data correta está conferível no próprio artigo em que isso se deu.(Deuses na escola)

O que eu considerei uma falha na educação "de berço" dele,foi além dele ter me taxado de "inimiga da Educação brasileira",por conta de uma opinião parcial que eu emiti sobre um tema isolado do restante do currículo das escolas,e cuja presença ou falta,em nada o compromete, o impedimento do meu direito de resposta.

Eu não me senti "ouvida".

Fiquei com a impressão de que minha presença no site dele,era indesejável,pois pareço uma provinciana.
Acho que sofri alguma discriminação.

Daqui a um tempo,irei postar a página em que estou publicando esses pequenos textos,no JD do Uol,e num site onde se reúnem leitores que discutem filosofia,na Folha de São Paulo.
Ou seja,vou publicar essa presente página como subtexto a algumas assertivas polêmicas do professor universitário Luís Felipe Pondé.
Ele não é um pensador primoroso,mas nunca ouvi dizer que ele maltratou alguém.
Assisti uma vez,uma entrevista com ele no programa "Provocações" do sr.Antonio Abujamra,na TV Cultura de São Paulo.
É um moço um pouco chato,mas a chatice dele,é uma chatice do bem.

O sr.Ghi,outrossim, não tem uma conduta exemplar.
Minha vida,entretanto,não irá girar em torno do caso.
Depois de postar a presente página onde estou escrevendo- nuns poucos locais,tratarei de esquecer de tudo.

Não pretendo prejudicar o FiloSofista em questão,mas desejo instruir alguns conhecidos sobre a incoerência,e sobre a inconvergência de algumas pessoas que conhecemos,e sobre o quanto podemos nos enganar com personagens conhecidos na mídia.
Alguns apregoam uma conduta,mas agem de outro jeito.

Em Psicanálise(sou aficionada por ela), a coerência entre fala,pensamento,atitude e sentimentos,chama-se convergência,e é difícil analisar a "convergência" mesmo de pessoas conhecidas da vida real,quanto mais,de niques de livros,revistas,ou internet.
Acontece,que eu considero confiável,aquele ser que é convergente pelo menos,em dois pontos,e não foi o que eu vi no Sofista.
Então, alguns ao meu alcance,que eu puder alertar,eu alertarei.

O sr.Ghi irá continuar cumprindo seu papel necessário,como bom ator da cena acadêmica.
Espero que ele ainda tome jeito.
Em benefício da informação brasileira,que requer um mínimo de integridade,por parte dos seus veiculadores.

Desejo tudo de bom ao sr.Rildo, autor do presente blog onde estou,e aproveitarei para dizer que quando eu puder,lerei os outros artigos aqui presentes.

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Srta Nihil,de novo disse...

Gosto do meu apelido,pois foi com ele que fiz minha estréia dourada na web,em 2.006,e foi com o mesmo que eu escrevi ótimas crônicas,em sites diversos.
Sou uma ..."provinciana intelectualizada"-e me tornei uma figura conhecida.
Escrever,é uma das minhas paixões,que vêm desde a infância,e o nique "Nihil" eu uso em nome da humildade.
É um jeito de "informar" aos leitores de quanto bom senso precisamos,para viver.

O acréscimo que eu farei,contudo,ainda será sobre o artigo "O silêncio da filosofia" do Ghiraldelli,em seu blog.
Foi um bom artigo,e eu realmente notei ao longo das décadas um "silêncio da filosofia" em nosso país,que acabou polarizado entre "direita,esquerda" com a Psicanálise mediando as duas partes.

Mas,tal silêncio,há uns anos,deixou de existir no meio editorial,e praticamente,inexistiu na internet.
Passei anos,mais escrevendo do que lendo,mas agora,um pouco mais prática na consulta à web, encontrei uns cinquenta sites dedicados ao tema,incluindo a revista "Filosofia,Ciência e Vida".

A prosa dele,era para desanimar o internauta de usar o Google,para procurar assuntos sob esse título,e assim motivá-los a permanecerem apenas por lá.
Foi uma forma de autopromoção,e eu demorei para perceber,pois nem sempre sou tão esperta.
Ele diz que não ganha dinheiro com o blog,mas eu sei que através dele,mantêm uma pequena livraria,com a qual eu suponho que costume lucrar.
Ele pensa ser um idealista,mas como todo mundo,defende seu produto-ou seu próprio nome e reputação,-às vezes,por meios desleais.

Enfim,ele é que nem ...todo mundo.
Sequer,o conhecimento da filosofia,colaborou tanto assim para a automelhoria do mesmo.
É para o ele,um instrumento tão bom,quanto a profissão de contadora,é para eu.
Um jeito de ganhar a vida,e se promover.

Por ora,é isso.

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